
Boa noite crianças! Como passaram as lamas do Réveillon? Nem queiram saber do meu.
Acordei cantando Cazuza: “Eu queria ter uma bomba, um flit paralisante qualquer, pra poder me livrar do prático efeito das tuas frases feitas”. Mentira, eu queria mesmo era uma navalha bem afiada; na falta dela, o assunto desta primeira crônica de 2012 ainda é história de 2011.
Não descobriram pólvora nas mãos do jogador Adriano, o Imperador dos Micos… Nem nas mãos da “amiguinha” dele, Adrienne sei lá o que, vítima do disparo da pistola do “segurança” de Adriano…
História mais cabeluda, ou raspadinha, visto que não conheço, nem vi as outras três ou quatro “amigas” popuzudas empoleiradas do banco de trás do carro branco de Adriano. Aquilo era uma BMW? Entendo nada de carro, nem de pistolas, mas sei que as amigas eram três ou quatro “Raimundas”, aquelas feias de cara e deliciosas de bunda (lorto).
Não acharam pólvora nas mãos de Adriano e de Adrienne. Deveriam ter procurado outro tipo de pó, não nas mãos, mas nas narinas e mentes de ambos.
Adriano, pra variar, saía de uma boate na Barra da Tijuca. A Barra é aquela imitação vagabunda de Miami onde Ronaldo Fenômeno foi flagrado verificando os orifícios de três travestis, entre outras protuberâncias…
Estes jogadores de futebol… Sobem no tijolo e dá-lhe discurso e confusão… Lembram do Edmundo, o Animal? Sem falar em Romário, Robinho, Ronaldinho Gaúcho e outros fujões de concentração, em busca desenfreada por baladas, sexo, drogas e pagode.
Diz o novo prontuário de Adriano que ele e sua turma estavam a caminho da casa do jogador… De madrugada… Treinar e jogar baralho é que não era a programação… Talvez uma pequena orgia a cinco… Dever ser coisa deveras “agradável” ver Adriano e seu segurança em ação, numa suruba…
Aí, no meio do caminho tinha uma pistola que disparou “de brincadeirinha”, decepando um dedo de Adrienne…
Ela disse que foi ele, ele disse que foi ela, tudo sem querer, claro. Depois, ela retirou a versão e deu outra, mai$ rica, se é que me entendem…
Adriano disse que ia pagar as despesas do hospital. Depois disse que ia pagar mais nada. Não sei que fim levou a história, mas me lembro da conta hospitalar. Depois da cirurgia de reconstituição do dedo: R$ 82 mil!
Quem pagou? Ela tem bunda, mas não tem cara de ter esta grana, nem usando a primeira para pagar em espécie…
Quando ouvi na TV a soma de R$ 82 mil foi impossível não me lembrar de Lula que só tem nove dedos nas mãos e mil e uma historias de Carochinha e Sherazade pra adormecer bovinos…
Será que Lula teria perdido o dedo numa balada com o Adriano? A cara é de pau, mas os dedos leves são de carne e osso…
Será que se Lula tivesse se acidentado enquanto presidente teria perdido o mindinho ou iria voando para o Hospital Sírio Libanês para uma cirurgia?
Covardia! Injustiça! No final das contas a gente percebe que quem tem dinheiro ou “amigos” ricos não morre, nem fica tão aleijado como os pobres.
Lula torneiro mecânico ficou; Lula presidente nunca ficaria; isto é claro.
Apenas um detalhe, Lula presidente não corre o risco de acidentar-se, esse risco ele só corria no torno, como operário, como todos os operários brasileiros. O máximo que Lula fez como presidente foi assinar cheques e documentos em tenebrosas transações, usando, certamente, uma Mont Blanc, presente de algum empresário ou banqueiro corrupto.
Rezam as más línguas que Lula perdeu o dedo porque foi trabalhar bêbado. Dizem também que ele fez de propósito, a fim de aposentar-se e virar vagabundo, quer dizer, sindicalista. Daqueles que culpam os patrões pela própria tragédia. Não acredito. Acho que foi incompetência mesmo ou distração. Deveria estar pensando na maneira mais rápida de trocar o macacão por um terno Armani. Aliás, ele mesmo confessou que sempre detestou macacão e adorava terno e gravata. Principalmente com dinheiro público…
Não vou falar do câncer de Lula porque isso ninguém merece. Como também ninguém merece depender do SUS para se tratar de doenças graves; perder dedos, mãos, pés e pernas em acidentes de trânsito ou de trabalho.
Adriano; há pouco tempo, foi aquele cavalheiro, aquele cidadão, aquele lorde que brigou com uma de suas namoradas num baile funk e sugeriu a amigos traficantes que amarrassem a mulher a uma árvore, se ela continuasse a armar barracos aos gritos no dito baile funk, lugar de gente boa e ótima frequência.
Taí, dessa eu gostei. Lembra o bardo Chatotorix das histórias do Asterix que, no final de toda aventura, acabava amarrado e amordaçado no alto de uma árvore de tão chato que era ao cantar suas terríveis melodias.
Lula não merecia perder um dedo muito menos ter câncer, mas, por suas mentiras, bravatas e crimes; bem poderia ser amarrado em algum porão.
PS: Se tivesse meios, e o tiro em Adrienne fosse na bunda, eu pagaria R$ 82 mil pela reconstituição do crime, do patrimônio ameaçado e danificado. Pro Lula eu emprestaria corda, corrente e cadeado, desde que a chave fosse jogada fora. E tirem esta navalhada de perto de mim!