
Não é possível tratar de redes sociais sem tratar de democracia”.
Augusto de Franco
A afirmação acima é também o título do artigo que vocês podem conferir abaixo. Para o autor, Augusto de Franco, as redes sociais também podem ser compreendidas como o capital social de determinado grupo. Ou seja, “o resultado dos laços invisíveis, das conexões ocultas, que nos unem às outras pessoas com as quais nós convivemos”.
A #TdC concorda plenamente com as ideias de Augusto Franco e recomenda a todos a leitura completa do artigo acima. Para nós, redes são constituídas, acima de tudo, por relações humanas.
As redes sociais, viabilizadas e potencializadas por meio da tecnologia, nada mais são do que a manifestação dessas interações entre pessoas. Além disso, também acreditamos no potencial das redes para organizar a sociedade civil (veja vídeo ao lado).
1% de pessoas conectadas são capazes de capilarizar as redes sociais de tal maneira a promover o que chamamos de desenvolvimento”.
Augusto de Franco
- Agora imaginem o que podemos fazer se mais pessoas se engajarem e se organizarem na rede. Acha que há limites?
Bio
Augusto de Franco é o criador e um dos netweavers da Escola-de-Redes – uma rede de pessoas dedicadas à investigação sobre redes sociais e à criação e transferência de tecnologias de netweaving (com 5.225 conectados em 26/08/10). É autor de mais de duas dezenas de livros sobre desenvolvimento local, capital social, democracia e redes sociais, como Alfabetização Democrática (2007), Novas Visões sobre a Sociedade, o Desenvolvimento, a Internet, a Política e o Mundo Glocalizado (2008), Tudo que é sustentável tem o padrão de rede (2008), Dez escritos sobre redes sociais (2010). Trabalha atualmente no seu novo livro Fluzz: vida humana e convivência social nos novos mundos altamente conectados do terceiro milênio.