Depois das mentiras da reportagem do Hoje em Dia sobre a Turma do Chapéu, os deputados estaduais Rogério Correia e Sávio Souza Cruz entraram com representação no Ministério Público do Estado de Minas Gerais contra Gabriel Azevedo, dizendo que sua participação na Turma do Chapéu o impedia de atuar como Subsecretário de Estado da Juventude e que Gabriel exercia as funções em seu horário de expediente. Além disso, os deputados acusaram – sem provas – a Turma de Chapéu de ser mantida com recursos públicos. Todas as alegações dos deputados foram negadas pelo Ministério Público.
No texto do Ministério Público do Estado, que arquiva a representação dos deputados, o procurador-geral de justiça adjunto jurídico Geraldo Flávio Vasques mostra que, mesmo que Gabriel não ocupe a função de dirigente partidário, “o acúmulo da função de subsecretário de Estado com um trabalho diário de dirigente partidário não é vedado por nosso ordenamento jurídico”, e que “não houve comprovação de que o trabalho de dirigente partidário ocorresse durante o horário de exercício da função pública”.
Os deputados também alegaram que houve dano ao patrimônio público, tese que também foi negada, uma vez que “os representantes fazem apenas menções genéricas não apontando qual tipo de prejuízo sofrido ao patrimônio público”, sem apresentar provas. Para o procurador, também “não se verifica” improbidade administrativa.
Sávio Souza Cruz e Rogério Correia são aficionados por Aécio Neves e não perdem a oportunidade de criticar o senador. Agora, o alvo dos deputados é a Turma do Chapéu. Baseiam-se em mentiras para fundamentar seus ataques, mas a justiça logo vem à tona. Por mais que os deputados insistam, o Ministério Público já mostrou que não há nada de errado com a atuação de Gabriel Azevedo e da Turma do Chapéu. O que será que os deputados vão aprontar agora?
Veja abaixo a resposta do Ministério Público, que arquivou a representação dos deputados:



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